Artigo muito bom sobre emoções e tomada de decisão:
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC2827455/
sexta-feira, 16 de maio de 2014
quinta-feira, 15 de maio de 2014
Artigo sobre Inovação por desejo X por necessidade
Meu artigo na revista
International Journal of Civic Engagement and Social Change (IJCESC)
Innovation by Necessity vs. by Will: Economic Implications for the Society in the Second Knowledge Era
http://www.irma-international.org/article/innovation-by-necessity-vs-by-will/106943/
Resumo:
The first phase of the Information Era (or Knowledge Era) generated improvements in productivity. Nowadays, society is living in the Second Phase of this era, characterized by innovations directed for the human welfare. Innovations may be guided by governments or companies, following planned or perceived obsolescence. However, as part of a Darwinist approach, innovations cannot be controlled and evolve as a living being. The paper discusses how innovations develop in a complex system, and how incentives, needs and will interfere in the creation and adoption of innovations in the Society. The paper also discusses how individual will and needs may influence social innovation towards eliminating social and economic inequality or creating inequality, preserving individualities and folk cultures. The paper presents some possible directions to achieve this.
International Journal of Civic Engagement and Social Change (IJCESC)
Innovation by Necessity vs. by Will: Economic Implications for the Society in the Second Knowledge Era
http://www.irma-international.org/article/innovation-by-necessity-vs-by-will/106943/
Resumo:
The first phase of the Information Era (or Knowledge Era) generated improvements in productivity. Nowadays, society is living in the Second Phase of this era, characterized by innovations directed for the human welfare. Innovations may be guided by governments or companies, following planned or perceived obsolescence. However, as part of a Darwinist approach, innovations cannot be controlled and evolve as a living being. The paper discusses how innovations develop in a complex system, and how incentives, needs and will interfere in the creation and adoption of innovations in the Society. The paper also discusses how individual will and needs may influence social innovation towards eliminating social and economic inequality or creating inequality, preserving individualities and folk cultures. The paper presents some possible directions to achieve this.
terça-feira, 11 de fevereiro de 2014
livro grátis (free e-book): 31 tipos de Sistemas de Informação - 31 maneiras de a TI ajudar as Organizações
31 TIPOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO- 31 MANEIRAS DE A
TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO AJUDAR AS ORGANIZAÇÕES
Por Stanley Loh
Link para baixar o livro grátis:
www.intext.com.br/31-tipos-stanley-loh.pdf
Resumo do livro:
TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO AJUDAR AS ORGANIZAÇÕES
Por Stanley Loh
Link para baixar o livro grátis:
www.intext.com.br/31-tipos-stanley-loh.pdf
Resumo do livro:
Este
livro apresenta 31 tipos de Sistemas de Informação. Para todos
tipos, há um objetivo
específico, que o diferencia dos demais. O texto também procurará
explicar o funcionamento
e as aplicações de cada tipo.
Quando
possível, o livro irá aprofundar técnicas de implementação de
alguns tipos, ou seja,
como torná-los concreto, sem necessariamente falar de programação
de computadores. A ideia
é poder falar de tecnicalidades, que ajudem o leitor a entender o
funcionamento dos sistemas
mas que principalmente ajude a desmistificar a TI, mostrando que tais
sistemas não são
ficção científica.
O
livro ajuda profissionais de todas as áreas a entenderem como a TI
pode ser empregada
nos diferentes tipos de organizações, seja empresas com ou sem fins
lucrativos, órgãos
e empresas públicas, e mesmo instituições, associações e
entidades. As diferentes aplicações
discutidas no livro servem como benchmarking
para
futuras implantações. Há exemplos
de aplicações não só para empresas mas também para as áreas de
saúde, educação, engenharias,
gestão de tráfego e mobilidade e outras.
O
livro também serve de introdução a estudantes de cursos de TI
(Computação, Sistemas
de Informação, Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Sistemas
para Internet), dando
uma visão geral das diferentes maneiras de aplicar tecnologias da
informação nas organizações
e os ganhos que podemos obter. E serve para interessados em
implementar e implantar
tais sistemas, discutindo técnicas de como fazê-los acontecer na
sua organização.
Os
sistemas foram classificados de acordo com seus objetivos e tipos de informações
que manipulam, mas nada impede que um mesmo SI, encontrado em alguma organização,
esteja classificado em mais de um tipo.
Os
objetivos são diferentes, porque há especializações. No fundo,
todos SIs têm por objetivo
gerenciar informações para apoiar decisões. Mas a forma como as
informações são manipuladas
ou mesmo as diferentes formas de representação da informação, bem
como os diferentes
modos de apoiar decisões e gerenciar as informações é que dão
origem a diferentes tipos
e, portanto, daí vem esta nossa classificação.
Alguns
autores podem não concordar com esta classificação. Ela é uma das
formas de organizar
os tipos de SIs, principalmente para que as pessoas entendam como a
TI pode ajudar
pessoas e organizações. A ordem dada tenta seguir uma evolução
histórica dos SIs e uma
ordem crescente de complexidade e modernidade. Entretanto, é apenas
uma visão do autor
e não segue nenhum rigor científico. Os tipos são o reflexo das
experiências do autor como
professor, consultor e analista de sistemas durante mais de 20 anos.
Note,
caro leitor, que a alguns tipos foram dedicadas mais páginas, ou por
serem mais modernos
ou mais utilizados no contexto atual. Por exemplo, segundo pesquisas
recentes, os 3 tipos
em que as empresas mais investem atualmente são ERP, CRM e BI. Por
isto, deveria haver
mais conteúdo sobre estes tipos. Entretanto, como ERP é um tema
bastante dependente de
fornecedores, o seu espaço foi diminuído.
O
leitor também poderá notar que os tipos mais para o final parecem
ser de maior complexidade
e por isto fazem uso de tipos mais básicos ou precisam destes tipos
para ter suas
informações de entrada. Isto reflete a evolução dos SIs de
aplicações operacionais para táticas
e estratégicas (da parte de baixo da pirâmide organizacional
Estratégico-Tático-Operacional
para os níveis mais acima). Este fluxo representa o ideal de uma
organização, onde
o nível operacional suporta as decisões táticas que por sua vez
servem para atingir os objetivos
estratégicos.
quarta-feira, 4 de dezembro de 2013
Análise do comportamento de clientes na loja: utilizando kinect para identificação de gestos e minerando padrões
Imagine uma loja poder saber quantos clientes tocaram num determinado produto, quantos tiraram o produto da estante, quantos colocaram o produto no cestinho ou carrinho, quantos devolveram. Imagine poder saber se os clientes estão mais interessados nos produtos das prateleiras mais altas, mais baixas ou do meio. Quanto tempo o cliente ficou com o produto na mão, talvez lendo as informações do rótulo. Quantos clientes passaram na frente de uma gôndola. Quantos pararam.
Paco Underhill e colegas de empresa analisam este tipo de dado mas usando câmeras comuns (ver livro Why we buy). Ele filmam clientes em lojas (com consentimento ou aviso), depois observam os vídeos anotando os tipos de ações e atributos dos clientes. Não há identificação do cliente. Apenas generalizam padrões de comportamento. Eles usam perto de 200 variáveis para caracterizar comportamentos de clientes em lojas. Incluindo como o cliente estava vestido, que caminho fez dentro da loja, e outros já citados acima.
Pois bem, este também é o objetivo a que se propõe o trabalho de conclusão de Alessandro Tyska Menezes, aluno do curso de Sistemas de Informação da ULBRA, Campus de Canoas. Usando um aparelho Kinect da Microsoft (dos que vem com o jogo Xbox mesmo), posicionado acima de uma estante ou gôndola, e um software criado por ele mesmo, é possível identificar movimentos de pessoas em frente ao aparelho. Depois, o software faz a análise estatística dos movimentos identificados, indicando quais movimentos foram feitos com mais frequência.
Mas o mais legal é que o software também minera padrões sequenciais, utilizando o algoritmo "a priori" de
AGRAWAL, R.; SRIKANT, R. Mining Sequential Patterns. In: Proceedings of the International
Conference on Data Engineering, 11º, 1995, Taipei, Taiwan, p. 3-14.
Este algoritmo identifica sequências de ações mais frequentes. Ou seja, quantas pessoas colocaram o produto no cesto após retirá-lo da estante. E isto permite estimar a probabilidade de uma pessoa colocar um produto no cesto, após retirá-lo da estante. Isto é possível analisando a sequência de ações. Se uma pessoa retira um produto da estante, o que ela faz depois ? Que ações são posteriores a uma determinada ação ?
As ações referem-se a movimentos que podem ser identificados pelos sensores 3D do Kinect, tais como levantar o braço, esticar, coçar a cabeça, abaixar o braço, além de saber distinguir braço direito do esquerdo e também poder observar quantas pessoas estão em frente ao aparelho.
No caso do trabalho do Alessandro, o objetivo é poder auxiliar especialistas em marketing e promotores a definir estratégias para colocação de produtos ou para promoção e visualização em lojas de varejo.
Clique aqui para ver o TCC do Alessandro Tyska Menezes.
A propósito, estamos aceitando propostas de investimentos para dar continuidade a este trabalho.
Paco Underhill e colegas de empresa analisam este tipo de dado mas usando câmeras comuns (ver livro Why we buy). Ele filmam clientes em lojas (com consentimento ou aviso), depois observam os vídeos anotando os tipos de ações e atributos dos clientes. Não há identificação do cliente. Apenas generalizam padrões de comportamento. Eles usam perto de 200 variáveis para caracterizar comportamentos de clientes em lojas. Incluindo como o cliente estava vestido, que caminho fez dentro da loja, e outros já citados acima.
Pois bem, este também é o objetivo a que se propõe o trabalho de conclusão de Alessandro Tyska Menezes, aluno do curso de Sistemas de Informação da ULBRA, Campus de Canoas. Usando um aparelho Kinect da Microsoft (dos que vem com o jogo Xbox mesmo), posicionado acima de uma estante ou gôndola, e um software criado por ele mesmo, é possível identificar movimentos de pessoas em frente ao aparelho. Depois, o software faz a análise estatística dos movimentos identificados, indicando quais movimentos foram feitos com mais frequência.
Mas o mais legal é que o software também minera padrões sequenciais, utilizando o algoritmo "a priori" de
AGRAWAL, R.; SRIKANT, R. Mining Sequential Patterns. In: Proceedings of the International
Conference on Data Engineering, 11º, 1995, Taipei, Taiwan, p. 3-14.
Este algoritmo identifica sequências de ações mais frequentes. Ou seja, quantas pessoas colocaram o produto no cesto após retirá-lo da estante. E isto permite estimar a probabilidade de uma pessoa colocar um produto no cesto, após retirá-lo da estante. Isto é possível analisando a sequência de ações. Se uma pessoa retira um produto da estante, o que ela faz depois ? Que ações são posteriores a uma determinada ação ?
As ações referem-se a movimentos que podem ser identificados pelos sensores 3D do Kinect, tais como levantar o braço, esticar, coçar a cabeça, abaixar o braço, além de saber distinguir braço direito do esquerdo e também poder observar quantas pessoas estão em frente ao aparelho.
No caso do trabalho do Alessandro, o objetivo é poder auxiliar especialistas em marketing e promotores a definir estratégias para colocação de produtos ou para promoção e visualização em lojas de varejo.
Clique aqui para ver o TCC do Alessandro Tyska Menezes.
A propósito, estamos aceitando propostas de investimentos para dar continuidade a este trabalho.
domingo, 1 de dezembro de 2013
A importância da mesa de bar para as organizações: informalidade em ambientes e na comunicação
Conforme Carl Sagan no livro "Os Dragões do Éden",
o lado esquerdo do cérebro é que domina os humanos. Este lado é lógico,
sistemático. É ele que avalia o passado e planeja o futuro. É responsável pela
matemática e pela linguagem. É também o lado onde estão os escrúpulos. É ele
que nos controla para não fazermos (ou mesmo pensarmos) coisas imorais ou fora
da realidade. É sequencial, pois trata cada unidade de informação a seu tempo.
Já o lado direito é o lado criativo, responsável pelas
imagens. E as imagens vieram antes da linguagem. É o lado que não tem regras
nem controles. É também quem recebe os estímulos do mundo externo. É o agora, o
presente e o local. É paralelo, pois trata todos os estímulos simultaneamente.
A brilhante palestra da Dra. Jill Bolte Taylor (acessar aqui) fala sobre
como uma neurocientista estudou o derrame cerebral acontecendo consigo mesma e
dá boas informações comparando os 2 lados do nosso cérebro.
Durante o dia, quem domina é o lado esquerdo. Temos regras,
bom senso, não fazemos nem pensamos coisas erradas. Mas de noite, quando
dormimos, o lado esquerdo está dormindo e aí o lado direito é que toma conta.
Por isto sonhamos coisas loucas (por exemplo, infringindo leis da Física) e
impróprias (sem escrúpulos).
Certos tipos de atividades exigem mais do lado direito.
Criar ou solucionar problemas por exemplo. É por isto que muitas soluções e
ideias criativas acontecem durante a noite, quando estamos sonhando ou quase
dormindo. A revista Info da Editoral abril, na edição de janeiro de 2012, fez
uma reportagem de como interferir nos sonhos para ter mais criatividade. Dizem
que Paul McCartney sonhou com a música "Yesterday". E assim há outros
tantos casos de ideias e soluções que surgiram durante uma noite de sonhos.
O interessante disto tudo é transpor tais sugestões para as
empresas, para reuniões de criatividade, de soluções de problemas ou de
comunidades de prática. O melhor seria fazer tais reuniões numa mesa de bar.
A mesa de bar é o local onde todos os problemas são
solucionados. Ali a gente inventa um pouco para tudo e tem as melhores ideias, ou
descobre as melhores soluções. Isto acontece porque o local alivia a pressão e diminui
o controle do lado esquerdo do cérebro. Libera nosso lado direito, afastando
amarras e gerando pensamentos novos. Quebramos as leis da Física e as regras da
empresa. Somos mais criativos. Usamos mais as imagens do que palavras. Na mesa
de bar, o lado direito domina o esquerdo.
E provavelmente estamos longe do chefe. E fora da empresa
podemos dizer qualquer coisa sem compromisso. Num ambiente relaxado, as ideias
fluem melhor, as pessoas perdem o medo de falar e o medo do ridículo.
Este tipo de situação foi bem retratada no filme de Woody
Allen "Meia-noite em Paris". E Steven Johnson escreveu no livro
"De onde vêm as boas ideias" (clique aqui para um vídeo
com o resumo do livro) sobre a importância dos cafés parisienses na Belle
Époque e do salões no Iluminismo. Ele também falou que antigamente as pessoas
usavam bebidas alcoólicas para liberar o lado direito. Hoje o estimulante é o
café. Mas para mim a Coca-Cola funciona.
Empresas devem usar as salas de convivência, os corredores,
os encontros na happy hour ou no almoço para que as pessoas discutam mais sobre
problemas e soluções. Também devem usar ambientes criativos e que libertem as
ideias. Veja na figura abaixo imagens de ambientes de empresas criativas como
Google, Microsoft, Dropbox e Facebook.
domingo, 24 de novembro de 2013
Cenários Futuros e Previsões
Para quem assistiu a palestra da Patrícia Hartmann no KM-RS
2013 (o Jorge Audy fez um belo resumo do simpósio, clique
aqui), ao final houve uma discussão interessante sobre previsões e cenários
futuros. Sobre este assunto deixo 3 dicas de livros.
1) O Sinal e o Ruído, de Nate Silver
Nate Silver discute como as previsões são feitas e
principalmente porque elas fracassam. É muito em razão dos ruídos, que
atrapalham as previsões. Este é um caso de "menos é mais", ou seja, muitos
dados podem confundir.
Ele discute técnicas estatísticas e como a estatística pode
confundir interpretações. Ele dá exemplos de várias previsões certas e erradas,
nas áreas de desastres naturais (furacões, terremotos), jogos (baseball,
basquete) e também discute muitas previsões econômicas (por exemplo, a crise de
2008-2009) e políticas (resultados de eleições). Há também discussões sobre
como epidemias se alastram e as previsões que são feitas sobre isto.
No inglês, há 2 verbos relativos a prever futuro: "to
predict" e "to forecast". Forecasting tem a ver com dados
numéricos e uso de modelos matemáticos e probabilísticos. Isto funciona
relativamente bem para previsão do tempo (poucos dias de previsão). Mas para
certos tipos de previsões é preciso a intervenção humana para interpretar
dados, tendências. Estas previsões mais subjetivas estariam associadas a
"predizer" (to predict).
2) A Física do Futuro - Michio Kaku
Este autor é um dos futuristas da moda, junto com Ray
Kurzweil. Kaku inclusive tem programas no canal Discovery.
No referido livro, Kaku tem
prever a vida daqui a 100 anos. Mas ele não faz isto como Julio Verne e outros
visionários da ficção científica (George Orwell, Isaac Asimov, H.G.Wells, Philip
K. Dick, Mary Shelley de "Frankenstein", Arthur C. Clarke, Aldous
Huxley e Eugene Wesley Roddenberry de "Star Trek").
Ele estudou e discutiu
assuntos de diversas áreas juntamente com centenas de pesquisadores.
3) A Física do Impossível - Michio Kaku
O que hoje é impossível, pode ser
possível amanhã. Este é o lema do livro. Kaku discute 3 tipos de inovações:
a) Classe 1: coisas impossíveis
hoje mas que não violam leis da Física (leis conhecidas hoje); serão realidade
dentro de 1 século ou menos; exemplo: teletransporte;
b) Classe 2: estão no limite do
nosso entendimento; levarão milhares de anos; ex.: viagem no tempo;
c) Classe 3: violam as leis da
Física (leis conhecidas); representam mudanças de paradigmas nos conhecimentos
atuais; ex.: movimento perpétuo (por causa do atrito), pré-cognição
(conhecimento de eventos futuros).
Neste último caso, encontra-se o caso de veículos voadores
que conseguem mudar a trajetória mesmo com alta velocidade. Com as leis atuais
da Física, isto não seria possível. Mas estudiosos da área já estão descobrindo
que pode haver uma subpartícula atômica que controla a gravidade. Há
experimentos de levitação usando ondas. Se isto for verdade e conseguirmos
entender seu funcionamento, talvez consigamos descobrir uma lei mais
especializada e com isto dominar a gravidade. Talvez o fio invisível que Kepler
imaginou existir "segurando" a Terra ao Sol e a Lua à Terra possa
existir.
4) E alguns vídeos muito bons sobre cenários futuros.
Uma vida feita de vidro: http://www.youtube.com/watch?v=wk146eGRUtI
A vida em 2020 pela Microsoft: http://www.youtube.com/watch?v=55p3vNCF4JQ
Palestra do Michio Kaku em Abu Dhabi:
Palestra do Ray Kurzweil em Abu Dhabi:
segunda-feira, 18 de novembro de 2013
Slides da palestra sobre Disseminação do Conhecimento
Slides da palestra:
Disseminação do Conhecimento – Como a informação se espalha, seja boa ou ruim, seja verdade ou boato
no Seminário Regional da SBGC-RS, dia 21 de novembro de 2013.
Clique aqui.
Disseminação do Conhecimento – Como a informação se espalha, seja boa ou ruim, seja verdade ou boato
no Seminário Regional da SBGC-RS, dia 21 de novembro de 2013.
Clique aqui.
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